problem girl

 

problem girls

Ela abre os olhos se quiser, mostra a língua para quem quer, mas aquele coração, ela não abre, não.

Já provou ser pulso firme, sabe bem o que fazer, mas agora, aquele rapaz do “vag@*#” não dá para esquecer.

Chega, chegando. Nunca de fininho, se for para mostrar, que mostre tudinho; mas agora, se  for para se esconder, que seja bem escondidinho.

Já sabe de cor e salteado todas as boas desculpas, já argumentadas.

Ela se diz idiota, sem fazer ideia da falta que um idiota faz na vida das pessoas.

Acham que ela é uma “put@#*@” só: “nunca faz nada, não! Só sabe ficar largada nesse chão”; mas oras, se chão é seu lugar, quem vai questionar? Além do mais, se tem um lugar o qual ela gosta de se acomodar e até mesmo chorar, é o chão.

Existem aquelas pessoas que acreditam na alma doce que ela pode ter; o quão enganadas estão, só elas, um dia, descobrirão. Ela pouco se ferra para o gênero ou estilo, ela vai ouvir seu rock de blusão, sim; e se reclamar, boa sorte, pois na discussão, só ela pode ganhar.

Ah, e tem aqueles seus livros também. Ela mergulha como se eles a chamassem, possuíssem (há quem entenda, há quem questione).

Se ela é louca: “quem liga?”; se ela é “the problem girl”: “quem nunca?”, agora, se ela é esse monte de palavrão: para por aí, pois eu acho que não!

(Foto: Hadria Farias, @_problemgirl_)

 

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